Venezuela de Maduro já acumula inflação de 720% em 2016

Venezuela de Maduro: Falta de alimentos e material médico, crise energética e inflação e 720%, mergulham a Venezuela em uma das piores crises enfrentadas na sua historia atual.

O presidente Maduro vem enfrentando protestos de forma pouco democrática, tomando medidas incólumes e como colocar o país em estado de emergência.

FMI indica inflação de 720% em 2016

A inflação medida pelo FMI subiu caminha para níveis astronômicos, com o acumulado de 720% só no ano de 2016, segundo o órgão internacional.

Crise energética e falta de matéria prima

Diante a crise energética, o governo Maduro reduziu a semana de trabalho, com a semana de 2 dias, tendo ainda como panorama uma crise institucional, a ponto de colocar o pais em situação de confronto.

Ha falta de alimentos nas prateleiras dos mercados, de material para atendimento médico.

A falta de matéria prima já obriga industrias tradicionais do país a reduzirem a jornada de trabalho e produção.

O “oficialismo” na Venezuela de Maduro, controla o aparelho estatal quase por completo e trava ainda, uma luta franca com a Assembleia, que tem maioria de oposição, posição conquistada na eleição de Dezembro.

Estado de emergência

O Presidente Maduro responde a protestos, que pedem a revogação de seu mandato, com ameaças de colocar o país em estado de emergência em “nível alto”, sob o pretexto do pais estar se tornando “um palco de violência em busca de um golpe de Estado”.

Em uma declaração, depois de se reunir com “companheiros” do Partido Socialista Unido, Maduro disse: “Não hesitarei em declará-lo […], pela paz e segurança do país”, declarou.

Exercícios militares para “qualquer cenário”

Nicolás Maduro pediu, após uma semana seguida de protestos, ao exército venezuelano que esteja preparado, para o que ele definiu como “qualquer cenário”, convocando ainda exercícios militares para o final de semana que seguiu.

O líder oposicionista Henrique Capriles, respondeu na semana seguinte à convocação dos exercícios do exército, que os militares deveriam escolher entre “a Constituição ou Maduro”.

Recrutamento de militantes do partido

Outro fator preocupante na semana, foi o anúncio do recrutamento, para este mês de junho, de seis elementos do partido para o comando das chamadas Unidades de Batalha Bolíver-Chávez.

As convocações foram feitas pelo encarregado das matérias de Segurança e Defesa do estado, na pessoa do vice-presidente do partido do governo, unidades que o PSVU de Maduro quer, para travar uma “a guerra econômica”.

80 mil “combatentes” a disposição

O fato é que estas “brigadas” se compõem de “milicianos”, membros do Partido Socialista Unido, da Venezuela de Maduro, usados para militarem na chamada “acção eleitoral”.

Luis Reyes Reyes, vice-Presidente do PSUV para a Região Sul, diz que existem cerca de 13 mil destas unidades, e faz conta de que o total pode chegar a 80 mil “combatentes”, em suas palavras: “dispostos não só do ponto de vista da defesa do país, mas também para a segurança interna”

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