Novas imagens de Marilyn Monroe na cena do vestido branco são reveladas

Novas imagens de Marilyn Monroe na imortal cena do vestido branco sendo levantado pela ventilação de uma grelha do metro de NY no filme “O Pecado Mora ao Lado” (1955), foram reveladas.

Depois de mais mais de 60 anos ocultas, novas imagens de Marilyn Monroe foram reveladas, informou nesta sexta-feira (13) o jornal “The New York Times”.

Numa noite no final do verão de 1954, Jules Schulback, um amante de filmes caseiros em Nova York, soube que Marilyn Monroe estaria no Upper East Side de Manhattan, bairro nobre do condado de Manhattan, em Nova York, entre o Central Park e o Rio East.

Marilyn estaria lá, para fazer novamente cenas do seu novo filme, O Pecado Mora Ao Lado ou “The Seven Year Itch”.

Então ele agarrou a câmera, utilizada para gravar piqueniques em família, paradas e coisas da vida cotidianae se dirigiu até a grade do metrô na frente da loja de alimento de Wright, na Lexington Avenue com 52nd street.

Uma grande multidão já havia se reuna no local, fotógrafos de jornais famosos e fãs curiosos, à espera de ver Marilyn.
a produção do filme e diretor Billy Wilder, ja contavam com isso, convidando a imprensa e público, parte do marketing do novo filme, estrelado por Marilyn Monroe.

Novas imagens de Marilyn Monroe na imortal cena do vestido sendo levantado pela ventilação do metro

Na famosa cena de rua, Ms. Monroe faz um pausa sobre uma grelha do metrô novaiorquino, para desfrutar da brisa vinda de uma das grelhas de ventilação subterrânea.
A cena famosa é a que o vento levanta seu vestido, exibindo as belas pernas da atriz em uma noite quente de verão. “Não é uma delícia?”, diz ela quase que ronronando.

A “brisa’ veio de um grande ventilador, instalado debaixo da grelha e operado pelo chefe de efeitos especiais do filme.
Para quem não sabe, a noite deste dia de setembro foi muito frio, mas o artificio funcionou, tornando-se umas das cenas de cinema mais famosa e vistas em todo mundo.

Apesar da existência do filme caseiro há mais de uma década, o dono mostrou as imagens, feitas pelo seu avô já falecido, apenas um única vez a um grupo de amigos.

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