Novo calendário PIS/Pasep 2017: Governo antecipa os pagamentos de 2018

Governo antecipa os pagamentos do novo calendário PIS/Pasep 2017, previstos para 2018, veja tudo sobre a divulgação do novo cronograma do pagamento a cotistas do programa.

Brasília – O governo federal anuncia na quinta-feira a medida que liberará, através da Caixa e do Banco do Brasil, uma antecipação nos pagamentos do benefício, de acordo com o calendário PIS/Pasep 2017, antes os pagamentos adentraria 2018, dentro da previsão de injeção de R$ 15,9 bilhões na economia, a decisão de liberar dos recursos havia sido pensada no fim de agosto.

Na época, o ministro Dyogo Oliveira do Planejamento, informou a medida de liberação do PIS Pasep  iria beneficiar 8 milhões de brasileiros.

A perspectiva do governo era de não estender, conforme o calendário PIS/Pasep 2017, os pagamentos até março de 2018

Em coletiva de imprensa, a ser realizada nesta tarde de 28 de setembro, de início, será feita a divulgação do cronograma atualizado do pagamento a cotistas do PIS/Pasep.

Com a mudança os pagamentos se concentrarão no no último trimestre deste ano de 2017, favorecendo o comércio de final de ano.

A medida irá adiantar ao trabalhador o recurso ao qual já tinha direito, mas nas condições agora facilitadas, que seguem nos moldes do saque de contas inativas do FGTS, que liberou R$ 44 bilhões de reais para incrementar a economia deste ano.

Como fica o calendário PIS/Pasep 2017 com a mudança

No mês outubro, a medida de adiantamento do pagamento, vai atender cotistas com mais de 70 anos. No mês seguinte, novembro,será a vez dos aposentados. E em dezembro, ocorrerá o pagamento dos demais cotistas, regidas pelo critério idade: homens com mais de 65 anos e mulheres com mais de 62 anos.

Adiantamento do calendário do PIS vai ajudar não só a economia

Além do objetivo do governo de dar ‘fôlego’ à recuperação da economia, com a antecipação do novo calendário PIS/Pasep 2017, há também o de ganhar popularidade, estando o presidente Michel Temer com a avaliação de seu governo em baixa.

Fonte Exame.abril

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