Funcionário do Hospital Municipal Rocha Faria denuncia atraso nos salários

Nas redes sociais ele relata ainda desfalque na equipe de plantonistas, motivadas pela falta de dinheiro até para locomoção até o trabalho.

Funcionário do Hospital Municipal Rocha Faria denuncia através das redes sociais atraso no pagamento dos salários, a pessoa, que preferiu não de identificar, relata ainda desfalques nas equipes de plantonistas, motivadas pela falta de dinheiro até para locomoção.

No Hospital Municipal Rocha Faria (HMRF), em Campo Grande, segundo dados oficiais, são atendidas, em média cerda de 220 pessoas mensalmente, a maioria vítimas de acidentes.

Na postagem em uma pagina de assuntos policiais, o funcionário que diz não querer se identificar, denuncia que funcionários estão sem pagamento, e que no sábado, 14/10 a maioria dos funcionários não compareceram ao plantão da noite, “pois não receberam o pagamento e não recarregou o rio card”.

Ele relata ainda que alguns funcionários  já esta sem energia elétrica em suas casas pela falta do pagamento e muitos já ‘mandaram avisar’ que a não vão comparecer ao plantão noturno .

Segundo o funcionário, no plantão de 15/10, do último domingo, houve muitas faltas e a entidade está com o quadro de funcionários reduzido. E como agravante, os que estão de serviço não sabem se conseguirão voltar para suas casas, após um plantão sobrecarregado devido as faltas, “quem vem fica sobrecarregado“. “Estamos sem previsão de pagamento”, denuncia o trabalhador do hospital.

Hospital Municipal Rocha Faria já tem problemas de superlotação

O Rocha Faria dispõe de 106 leitos de enfermaria e há ainda 96 na maternidade, e é de costume ter em média 90 pacientes internados na emergência, cuja capacidade é de somente 30 leitos.

Já é comum a superlotação no hospital, conforme noticiado em julho deste ano pelo portal O Globo, quando denunciou e mostrou fotos de pacientes espalhados pelos corredores da entidade, o fluxo grande de doentes acaba não sendo absorvido pela capacidade do hospital.

Agora com a falta de pagamento dos salários, o governo do Rio coloca mais uma vez o atendimento ao cidadão em estado de deficiência, numa entidade que ja traz problemas de superlotação, com a falta de funcionários, sem dinheiro até para a  locomoção até o local de trabalho.

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